quinta-feira, 31 de julho de 2014

Pulseira inteligente vibra para te manter ligado nas redes sociais

 

Uma empresa italiana criou uma forma alternativa de se manter conectado às suas redes sociais. Trata-se de uma pulseira diferente, a qual possui botões removíveis que podem ser encaixados representeando sites e redes sociais diferentes.

A ideia é que cada um destes botões localizados na pulseira do equipamento acenda quando uma notificação é recebida. Além disso, a banda da pulseira vibra no mesmo momento.

O produto também será capaz de vibrar caso outro usuário usando a pulseira esteja perto. Dessa forma, um simples aperto de mão fará com que os dois envolvidos se tornem amigos nas redes sociais.

Chamado de Hicon, a novidade tem se mostrado promissora em relação aos smartwatch, devido ao custo bastante reduzido. Ela foi criada pela Things-Lab, empresa que criou uma campanha em um site coletivo para financiar a produção do dispositivo.

Por meio da conexão Bluetooth, a pulseira é sincronizada com um iPhone, trabalhando com Facebook, Twitter, Instagram, Google+, WhatsApp, Skype, youTube, Snapchat entre outros. As “teclas” podem ser removidas e substituídas por outras, dependendo dos aplicativos mais usados pelos usuários.

Pulseira Hicon permite receber notificações por meio de vibrações no braço e adicionar amigos com um simples aperto de mão.

A empresa alegou que a ideia é reduzir o tempo que o internauta verifica as notificações em suas redes.

A Hicontem 13 milímetros de espessura e é feita de silicone. Ela ainda é impermeável e à prova de areia. Quando entrar no varejo, deve ser vendida por aproximadamente R$ 190.

(Fonte Portal R7)

Pulseira inteligente vibra para te manter ligado nas redes sociais

 

Uma empresa italiana criou uma forma alternativa de se manter conectado às suas redes sociais. Trata-se de uma pulseira diferente, a qual possui botões removíveis que podem ser encaixados representeando sites e redes sociais diferentes.

A ideia é que cada um destes botões localizados na pulseira do equipamento acenda quando uma notificação é recebida. Além disso, a banda da pulseira vibra no mesmo momento.

O produto também será capaz de vibrar caso outro usuário usando a pulseira esteja perto. Dessa forma, um simples aperto de mão fará com que os dois envolvidos se tornem amigos nas redes sociais.

Chamado de Hicon, a novidade tem se mostrado promissora em relação aos smartwatch, devido ao custo bastante reduzido. Ela foi criada pela Things-Lab, empresa que criou uma campanha em um site coletivo para financiar a produção do dispositivo.

Por meio da conexão Bluetooth, a pulseira é sincronizada com um iPhone, trabalhando com Facebook, Twitter, Instagram, Google+, WhatsApp, Skype, youTube, Snapchat entre outros. As “teclas” podem ser removidas e substituídas por outras, dependendo dos aplicativos mais usados pelos usuários.

Pulseira Hicon permite receber notificações por meio de vibrações no braço e adicionar amigos com um simples aperto de mão.

A empresa alegou que a ideia é reduzir o tempo que o internauta verifica as notificações em suas redes.

A Hicontem 13 milímetros de espessura e é feita de silicone. Ela ainda é impermeável e à prova de areia. Quando entrar no varejo, deve ser vendida por aproximadamente R$ 190.

(Fonte Portal R7)

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Espelho tecnológico tira selfies e publica nas redes sociais

Com a moda dos selfies por todas os lados, a agência digital iStrategy Labs, de Washington, EUA, criou um espelho que faz autorretratos instantâneos dos usuários. Intitulado SELFIE, o nome do produto é uma sigla para Self Enhancing Live Feed Image Engine (“motor de imagem de auto-melhoramento com transmissão ao vivo”).

 

Para a invenção funcionar, basta o usuário parar em frente ao espelho em um ponto demarcado no chão e sorrir. Atrás da peça, há um computador Mac Mini, com software de reconhecimento visual, que detecta a presença humana e o movimento da boca.

Então, luzes de LED indicam uma contagem regressiva para avisar que, em instantes, a foto será tirada por uma webcam. Na hora do clique, elas acendem simulando um flash e a imagem capturada é postada no Twitter com um logotipo escolhido pela pessoa.

Conheça nossos cursos na área tecnológica! Clique aqui

 

 

Espelho tecnológico tira selfies e publica nas redes sociais

Com a moda dos selfies por todas os lados, a agência digital iStrategy Labs, de Washington, EUA, criou um espelho que faz autorretratos instantâneos dos usuários. Intitulado SELFIE, o nome do produto é uma sigla para Self Enhancing Live Feed Image Engine (“motor de imagem de auto-melhoramento com transmissão ao vivo”).

 

Para a invenção funcionar, basta o usuário parar em frente ao espelho em um ponto demarcado no chão e sorrir. Atrás da peça, há um computador Mac Mini, com software de reconhecimento visual, que detecta a presença humana e o movimento da boca.

Então, luzes de LED indicam uma contagem regressiva para avisar que, em instantes, a foto será tirada por uma webcam. Na hora do clique, elas acendem simulando um flash e a imagem capturada é postada no Twitter com um logotipo escolhido pela pessoa.

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terça-feira, 1 de julho de 2014

Por que crianças não devem ter smartphones e tablets antes dos 12 anos

A utilização de aparelhos eletrônicos pode prejudicar o desenvolvimento infantil. Mas como isso acontece?

 

Você deixa que seus filhos pequenos ou outras crianças tenham acesso a smartphones ou tablets? Pois saiba que isso pode acarretar uma série de problemas no desenvolvimento deles. Dois grandes institutos da América do Norte — Sociedade Canadense de Pediatria e Academia Americana de Pediatria — foram responsáveis por uma série de estudos bem profundos sobre isso.

 

A conclusão a que chegaram é bem interessante. Segundo os especialistas, há diversos problemas causados pelos eletrônicos em crianças de até 12 anos. Está curioso para saber quais são eles? Então fique atento neste artigo para saber exatamente em que aspectos a utilização de smartphones e tablets podem ser prejudiciais.

 

1. Problemas de desenvolvimento cerebral

 

Os cérebros dos bebês crescem muito rapidamente nos primeiros anos de vida. Até completar dois anos, uma criança tem seu órgão triplicado em tamanho. Nesse período, os estímulos do ambiente — ou a falta deles — são muito importantes para determinar o quão eficiente será o desenvolvimento cerebral. Alguns estudos mostram que a superexposição a eletrônicos nesse período pode ser prejudicial e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, distúrbios de aprendizado, aumento de impulsividade e diminuição da habilidade de regulação própria das emoções.

 

2. Obesidade

 

Você já deve ter ouvido alguma afirmação similar a: “As crianças do século 21 fazem parte da primeira geração de pessoas que não vai viver mais do que os próprios pais”. Um dos grandes motivos para isso é a obesidade, que pode sim estar ligada ao uso excessivo de eletrônicos. Estima-se que crianças com aparelhos no próprio quarto têm 30% mais chance de serem obesas do que outras.

 

3. Problemas relacionados ao sono

 

A constante utilização dos aparelhos pode acabar gerando dependência em diversos graus diferentes. Um dos problemas relacionados a isso está no fato de que muitas crianças deixam de dormir para jogar, navegar ou conversar nos aparelhos. Além das consequências psicológicas causadas por isso, também é preciso lembrar que a falta de sono noturno pode gerar problemas de crescimento.

 

4. Problemas emocionais

 

Há estudos de diversas partes do mundo ligando diretamente a utilização excessiva de tecnologia a uma série de distúrbios emocionais. Entre os mais citados pelos pesquisadores estão: “Depressão infantil, ansiedade, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento problemático”. Crianças tendem a repetir comportamentos dos adultos e de personagens que consideram referências. Logo, a exposição a jogos e filmes com violência excessiva pode causar problemas de agressividade também às crianças de até 12 anos.

 

5. Demência digital

 

Psicólogos e pediatras dos institutos já mencionados afirmam: “Conteúdos multimídia em alta velocidade podem contribuir para aumento o déficit de atenção.”. Além disso, a exposição a isso também causa problemas de concentração e memória. O motivo para isso seria a redução de faixas neuronais para o córtex frontal, que acontece pelo mesmo motivo recém-mencionado.

 

6. Emissão de radiação

 

A discussão sobre a relação entre o uso de celulares e o surgimento de câncer cerebral ainda é bem polêmica — e pouco conclusiva. Mas há algo em que os cientistas concordam: as crianças são mais sensíveis aos agentes radioativos do que adultos. Por causa disso, pesquisadores canadenses acreditam que a radiação dos celulares deveria ser considerada como “provavelmente cancerígena” para crianças.

 

Independente do quanto os médicos norte-americanos culpam os celulares e tablets por uma série de problemas infantis, é importante sempre ficar atento aos usos de cada aparelho. Manter os eletrônicos aliados à educação das crianças pode ser uma saída muito interessante, mas sempre evitando os excessos e a superexposição a conteúdos agressivos.

 

Fonte (Internet)

Por que crianças não devem ter smartphones e tablets antes dos 12 anos

A utilização de aparelhos eletrônicos pode prejudicar o desenvolvimento infantil. Mas como isso acontece?

 

Você deixa que seus filhos pequenos ou outras crianças tenham acesso a smartphones ou tablets? Pois saiba que isso pode acarretar uma série de problemas no desenvolvimento deles. Dois grandes institutos da América do Norte — Sociedade Canadense de Pediatria e Academia Americana de Pediatria — foram responsáveis por uma série de estudos bem profundos sobre isso.

 

A conclusão a que chegaram é bem interessante. Segundo os especialistas, há diversos problemas causados pelos eletrônicos em crianças de até 12 anos. Está curioso para saber quais são eles? Então fique atento neste artigo para saber exatamente em que aspectos a utilização de smartphones e tablets podem ser prejudiciais.

 

1. Problemas de desenvolvimento cerebral

 

Os cérebros dos bebês crescem muito rapidamente nos primeiros anos de vida. Até completar dois anos, uma criança tem seu órgão triplicado em tamanho. Nesse período, os estímulos do ambiente — ou a falta deles — são muito importantes para determinar o quão eficiente será o desenvolvimento cerebral. Alguns estudos mostram que a superexposição a eletrônicos nesse período pode ser prejudicial e causar déficit de atenção, atrasos cognitivos, distúrbios de aprendizado, aumento de impulsividade e diminuição da habilidade de regulação própria das emoções.

 

2. Obesidade

 

Você já deve ter ouvido alguma afirmação similar a: “As crianças do século 21 fazem parte da primeira geração de pessoas que não vai viver mais do que os próprios pais”. Um dos grandes motivos para isso é a obesidade, que pode sim estar ligada ao uso excessivo de eletrônicos. Estima-se que crianças com aparelhos no próprio quarto têm 30% mais chance de serem obesas do que outras.

 

3. Problemas relacionados ao sono

 

A constante utilização dos aparelhos pode acabar gerando dependência em diversos graus diferentes. Um dos problemas relacionados a isso está no fato de que muitas crianças deixam de dormir para jogar, navegar ou conversar nos aparelhos. Além das consequências psicológicas causadas por isso, também é preciso lembrar que a falta de sono noturno pode gerar problemas de crescimento.

 

4. Problemas emocionais

 

Há estudos de diversas partes do mundo ligando diretamente a utilização excessiva de tecnologia a uma série de distúrbios emocionais. Entre os mais citados pelos pesquisadores estão: “Depressão infantil, ansiedade, autismo, transtorno bipolar, psicose e comportamento problemático”. Crianças tendem a repetir comportamentos dos adultos e de personagens que consideram referências. Logo, a exposição a jogos e filmes com violência excessiva pode causar problemas de agressividade também às crianças de até 12 anos.

 

5. Demência digital

 

Psicólogos e pediatras dos institutos já mencionados afirmam: “Conteúdos multimídia em alta velocidade podem contribuir para aumento o déficit de atenção.”. Além disso, a exposição a isso também causa problemas de concentração e memória. O motivo para isso seria a redução de faixas neuronais para o córtex frontal, que acontece pelo mesmo motivo recém-mencionado.

 

6. Emissão de radiação

 

A discussão sobre a relação entre o uso de celulares e o surgimento de câncer cerebral ainda é bem polêmica — e pouco conclusiva. Mas há algo em que os cientistas concordam: as crianças são mais sensíveis aos agentes radioativos do que adultos. Por causa disso, pesquisadores canadenses acreditam que a radiação dos celulares deveria ser considerada como “provavelmente cancerígena” para crianças.

 

Independente do quanto os médicos norte-americanos culpam os celulares e tablets por uma série de problemas infantis, é importante sempre ficar atento aos usos de cada aparelho. Manter os eletrônicos aliados à educação das crianças pode ser uma saída muito interessante, mas sempre evitando os excessos e a superexposição a conteúdos agressivos.

 

Fonte (Internet)