quarta-feira, 27 de julho de 2016

Antes e Depois do Petshop

Grace Chon é fotógrafo de animais, e teve a brilhante ideia de filmar uma série de fotos que destacasse a transformação após algumas horinhas no petshop. Todos os cães foram preparados em um estilo de preparação japonesa que não segue as regras de cortes do padrão habitual da raça que estamos acostumados a ver. Em vez disso, a ênfase está em fazer o cão parecer o mais adorável possível, destacando as características excepcionalmente bonitas do cão. Confira o resultado deste maravilhoso trabalho:

Biggie Smalls antes

Biggie Smalls depois

Rocco Antes

Rocco Depois

Herman antes

Herman depois

Athena antes

Athena depois

Yuki antes

Yuki depois

























Antes e Depois do Petshop

Grace Chon é fotógrafo de animais, e teve a brilhante ideia de filmar uma série de fotos que destacasse a transformação após algumas horinhas no petshop. Todos os cães foram preparados em um estilo de preparação japonesa que não segue as regras de cortes do padrão habitual da raça que estamos acostumados a ver. Em vez disso, a ênfase está em fazer o cão parecer o mais adorável possível, destacando as características excepcionalmente bonitas do cão. Confira o resultado deste maravilhoso trabalho:

Biggie Smalls antes

Biggie Smalls depois

Rocco Antes

Rocco Depois

Herman antes

Herman depois

Athena antes

Athena depois

Yuki antes

Yuki depois

























Os 9 erros mais comuns na hora de falar inglês

Mesmo se você fala inglês fluentemente, ninguém pode garantir que você jamais cairá numa destas pegadinhas.

Todos nós estamos tão acostumados às regras do nosso idioma materno que às vezes, de forma automática, as aplicamos a outras línguas. No entanto, as gramáticas dos idiomas têm diferenças que precisam ser levadas em consideração. O resultado disso é que podemos cometer erros engraçados, bobos e até mesmo perigosos.

1. I feel myself («Me sinto»)

Incorreto: I feel myself fine today.
Correto: I feel fine today.
Em inglês, após o verbo feel («sentir») não se coloca o pronome reflexivo myself («me») — quem é fluente no idioma entende que você está falando do seu bem estar. Deve-se dizer simplesmente: I feel well \ I feel sick \ I feel happy. Para os nativos de países anglo-saxônicos, «I feel myself» soa muito... estranho. Eles irão pensar que você está falando de um contato físico com você mesmo ou sobre como você percebe seu próprio corpo ao tocá-lo.

2. Enough («Suficiente»)

Incorreto: She spoke English enough well to get the job.
Correto: She spoke English well enough to get the job.
Em inglês, a ordem correta das palavras é muito importante. A partir da posição na palavra enough numa frase, pode-se determinar se ela está exercendo função de advérbio, adjetivo ou substantivo.
Quando enough é um advérbio ou adjetivo, deve vir após o verbo:
Do you think he’s old enough to watch that movie?
— We’ve done enough today.
Old («adulto») — adjetivo, today («hoje») — advérbio.
Se enough tiver função de substantivo, deve vir antes do verbo.
We had enough money to buy a ticket.

3. Scientist, scholar («Cientista, estudioso, pesquisador»)

Incorreto: Scientists study history so that humanity can learn from the past.
Correto: Scholars study history so that humanity can learn from the past.
Ambas as palavras, tanto scientist como scholar, podem ser traduzidas como ’cientista’ e seus sinônimos. Mas têm diferentes usos. Scientist é um conhecedor de ciências exatas (química, física, matemática, biologia) ou sociais (psicologia, sociologia, política). Scholar é um expert em determinada área. Alguém que conhece bem o seu campo de estudo, pois é justamente isso o que faz: estuda. Scholar é um especialista em áreas como arte, história ou idiomas. Por isso, quando um estudante ganha uma bolsa de estudos, diz-se que ele recebeu uma scholarship. Outra diferença é que, para estudar, o scientist, faz uso de métodos científicos: estabelece hipóteses, realiza experiências e tira conclusões. Já para o scholar, de forma geral, não precisa necessariamente seguir os mesmos passos.

4. Preposições

Incorreto: I was waiting David on the theater.
Correto: I was waiting for David at the theater.
Frequentemente, no estudo do inglês, os alunos confundem as preposições, ou simplesmente as omitem. Às vezes, acreditamos que, usando a mesma preposição utilizada em nosso idioma materno (a tendência é pensarmos como em português, ’esperar alguém’), iremos dizer as frases corretamente em inglês. Mas nem sempre é assim. Para não se confundir, aprenda as expressões mais comuns nas quais a preposição está estreitamente ligada ao verbo.
Depends on — «depende de».
Tired of — «cansado de».
To divide into — «dividir em».
Em muitos casos do inglês precisamos colocar a preposição numa parte da frase totalmente diferente de como faríamos em português:
To listen to someone/music — «ouvir alguém / ouvir música» — e não to listen music, como pensaríamos em português.
As preposições podem ser divididas em várias categorias. Assim, você descobre mais rapidamente qual delas deve usar e quando:
Superfícies (mesas, paredes, pisos, tabuleiros, telhado, estantes): on.
— Por exemplo: on the roof, on the table.
Tecnologias (computador, televisão, rádio, tela, DVD, disco rígido, CD): on.
On this DVD.
Transporte público (trem, ônibus, metrô, avião, barco, balsa): on.
On the bus, on the ship.
Dentro um objeto físico/estrutura (livro, bolso, gaveta): in.
In his pocket, in a box.
Lugares (escritório, estádio, loja, supermercado, estação, teatro, parque): at / in — In the street, at the station.

5. How and What («Como» e «O que»)

Incorreto: How do you call this in English?
Correto: What do you call this in English?
Estamos acostumados a perguntar em português «Como se diz...?» e, às vezes, queremos começar a mesma frase em inglês com how. Mas é preciso ter em mente que, em inglês, a mesma pergunta deve começar com what.

6. City

Incorreto: I am from Barcelona city.
Correto: I am from Barcelona / the city of Barcelona.
Na maioria das vezes, se diz apenas o nome da cidade (Nova York, Moscou, Londres), sem adicionar o termo ’cidade’. Mas, caso você queira destacar que é precisamente uma cidade e não outra coisa qualquer, use a construção the city of.
Por exemplo: the city of London, the city of Boston, the city of Madrid.
Em poucas ocasiões, a palavra ’cidade’ faz parte no nome geográfico: New York City, Salt Lake City, Mexico City. Em alguns casos, esta estrutura dá a entender que está se referindo precisamente àquela determinada cidade, não a outro local de mesmo nome:
— I grew up in a small town in the state of New York, but now I live in New York City.
— I visited Salt Lake City this summer.

7. Plural and Singular
(Singular e plural)

Incorreto: The professor gave us several useful advices for our researches.
Correto: The professor gave us several useful words of advice for our research projects.
Tanto em inglês quanto em português, há palavras contáveis (cadeira, maçã, copo, etc.) e incontáveis, aqueles com as quais não se pode usar nenhum sistema métrico (água, tempo, arroz). Porém muitas vezes os substantivos contáveis em inglês tornam-se incontáveis.
Por exemplo:
Advice, research, knowledge, accommodation, news.
Se quiser usar os substantivos incontáveis no plural, acompanhe-os com palavras adicionais, como: piece, glass, chunk.
Por exemplo:
— I’ll have three glasses of lemonade, please.
Algumas expressões idiomáticas em inglês só devem ser usadas no singular:
— Correto: Thank God, we have each other.
— Incorreto: Thanks Gods
— Correto: No problem!
— Incorreto: No problems!
— Correto: We have no comment about the case.
— Incorreto: No comments.

8. Say and Tell

Incorreto: Can you say me how to tell this in English?
Correto: Can you tell me how to say this in English?
Se usa o say quando a intenção é reproduzir as palavras de outra pessoa.Tell é usado quando há a intenção de pedir algo, perguntar ou informar a respeito de alguma coisa. O verbo tell vai acompanhado por um objeto direto: 
tell us/him/her/the audience.
— At lunch John told his coworkers about his business trip to China.
— John said that the business trip to China went very well.
Memorize estas expressões:
Say yes or no, a few words, something.
Tell a story, a lie, a secret, a joke, the truth.

9. Do and Make

Incorreto: I think I did a mistake.
Correto: I think I made a mistake.
Ambos os verbos do e make são traduzidos como ’fazer’, mas com significados diferentes entre si.
Do é usado para atividades cotidianas ou trabalhos cujo resultado será algo não material, impossível de tocar:
— Do homework, do the dishes, do the laundry, do a job, do the shopping.
"Do" é usado para generalizar, não para especificar. Muitas vezes, o verbo vem acompanhado pelas palavras something, nothing, anything, everything:
— He has done nothing all day.
— She would do anything for her Mom.
— Is there something I can do for you?
Make deve ser usado para falar da criação de algo material e tangível:
 Make food, make a cup of tea, make clothes, make a mess.
Mas há diversas exceções que você precisa memorizar:
— Make money, do someone a favor, do business, make a decision, do good, make a plan.



(Fonte: Incriel.club)

Os 9 erros mais comuns na hora de falar inglês

Mesmo se você fala inglês fluentemente, ninguém pode garantir que você jamais cairá numa destas pegadinhas.

Todos nós estamos tão acostumados às regras do nosso idioma materno que às vezes, de forma automática, as aplicamos a outras línguas. No entanto, as gramáticas dos idiomas têm diferenças que precisam ser levadas em consideração. O resultado disso é que podemos cometer erros engraçados, bobos e até mesmo perigosos.

1. I feel myself («Me sinto»)

Incorreto: I feel myself fine today.
Correto: I feel fine today.
Em inglês, após o verbo feel («sentir») não se coloca o pronome reflexivo myself («me») — quem é fluente no idioma entende que você está falando do seu bem estar. Deve-se dizer simplesmente: I feel well \ I feel sick \ I feel happy. Para os nativos de países anglo-saxônicos, «I feel myself» soa muito... estranho. Eles irão pensar que você está falando de um contato físico com você mesmo ou sobre como você percebe seu próprio corpo ao tocá-lo.

2. Enough («Suficiente»)

Incorreto: She spoke English enough well to get the job.
Correto: She spoke English well enough to get the job.
Em inglês, a ordem correta das palavras é muito importante. A partir da posição na palavra enough numa frase, pode-se determinar se ela está exercendo função de advérbio, adjetivo ou substantivo.
Quando enough é um advérbio ou adjetivo, deve vir após o verbo:
Do you think he’s old enough to watch that movie?
— We’ve done enough today.
Old («adulto») — adjetivo, today («hoje») — advérbio.
Se enough tiver função de substantivo, deve vir antes do verbo.
We had enough money to buy a ticket.

3. Scientist, scholar («Cientista, estudioso, pesquisador»)

Incorreto: Scientists study history so that humanity can learn from the past.
Correto: Scholars study history so that humanity can learn from the past.
Ambas as palavras, tanto scientist como scholar, podem ser traduzidas como ’cientista’ e seus sinônimos. Mas têm diferentes usos. Scientist é um conhecedor de ciências exatas (química, física, matemática, biologia) ou sociais (psicologia, sociologia, política). Scholar é um expert em determinada área. Alguém que conhece bem o seu campo de estudo, pois é justamente isso o que faz: estuda. Scholar é um especialista em áreas como arte, história ou idiomas. Por isso, quando um estudante ganha uma bolsa de estudos, diz-se que ele recebeu uma scholarship. Outra diferença é que, para estudar, o scientist, faz uso de métodos científicos: estabelece hipóteses, realiza experiências e tira conclusões. Já para o scholar, de forma geral, não precisa necessariamente seguir os mesmos passos.

4. Preposições

Incorreto: I was waiting David on the theater.
Correto: I was waiting for David at the theater.
Frequentemente, no estudo do inglês, os alunos confundem as preposições, ou simplesmente as omitem. Às vezes, acreditamos que, usando a mesma preposição utilizada em nosso idioma materno (a tendência é pensarmos como em português, ’esperar alguém’), iremos dizer as frases corretamente em inglês. Mas nem sempre é assim. Para não se confundir, aprenda as expressões mais comuns nas quais a preposição está estreitamente ligada ao verbo.
Depends on — «depende de».
Tired of — «cansado de».
To divide into — «dividir em».
Em muitos casos do inglês precisamos colocar a preposição numa parte da frase totalmente diferente de como faríamos em português:
To listen to someone/music — «ouvir alguém / ouvir música» — e não to listen music, como pensaríamos em português.
As preposições podem ser divididas em várias categorias. Assim, você descobre mais rapidamente qual delas deve usar e quando:
Superfícies (mesas, paredes, pisos, tabuleiros, telhado, estantes): on.
— Por exemplo: on the roof, on the table.
Tecnologias (computador, televisão, rádio, tela, DVD, disco rígido, CD): on.
On this DVD.
Transporte público (trem, ônibus, metrô, avião, barco, balsa): on.
On the bus, on the ship.
Dentro um objeto físico/estrutura (livro, bolso, gaveta): in.
In his pocket, in a box.
Lugares (escritório, estádio, loja, supermercado, estação, teatro, parque): at / in — In the street, at the station.

5. How and What («Como» e «O que»)

Incorreto: How do you call this in English?
Correto: What do you call this in English?
Estamos acostumados a perguntar em português «Como se diz...?» e, às vezes, queremos começar a mesma frase em inglês com how. Mas é preciso ter em mente que, em inglês, a mesma pergunta deve começar com what.

6. City

Incorreto: I am from Barcelona city.
Correto: I am from Barcelona / the city of Barcelona.
Na maioria das vezes, se diz apenas o nome da cidade (Nova York, Moscou, Londres), sem adicionar o termo ’cidade’. Mas, caso você queira destacar que é precisamente uma cidade e não outra coisa qualquer, use a construção the city of.
Por exemplo: the city of London, the city of Boston, the city of Madrid.
Em poucas ocasiões, a palavra ’cidade’ faz parte no nome geográfico: New York City, Salt Lake City, Mexico City. Em alguns casos, esta estrutura dá a entender que está se referindo precisamente àquela determinada cidade, não a outro local de mesmo nome:
— I grew up in a small town in the state of New York, but now I live in New York City.
— I visited Salt Lake City this summer.

7. Plural and Singular
(Singular e plural)

Incorreto: The professor gave us several useful advices for our researches.
Correto: The professor gave us several useful words of advice for our research projects.
Tanto em inglês quanto em português, há palavras contáveis (cadeira, maçã, copo, etc.) e incontáveis, aqueles com as quais não se pode usar nenhum sistema métrico (água, tempo, arroz). Porém muitas vezes os substantivos contáveis em inglês tornam-se incontáveis.
Por exemplo:
Advice, research, knowledge, accommodation, news.
Se quiser usar os substantivos incontáveis no plural, acompanhe-os com palavras adicionais, como: piece, glass, chunk.
Por exemplo:
— I’ll have three glasses of lemonade, please.
Algumas expressões idiomáticas em inglês só devem ser usadas no singular:
— Correto: Thank God, we have each other.
— Incorreto: Thanks Gods
— Correto: No problem!
— Incorreto: No problems!
— Correto: We have no comment about the case.
— Incorreto: No comments.

8. Say and Tell

Incorreto: Can you say me how to tell this in English?
Correto: Can you tell me how to say this in English?
Se usa o say quando a intenção é reproduzir as palavras de outra pessoa.Tell é usado quando há a intenção de pedir algo, perguntar ou informar a respeito de alguma coisa. O verbo tell vai acompanhado por um objeto direto: 
tell us/him/her/the audience.
— At lunch John told his coworkers about his business trip to China.
— John said that the business trip to China went very well.
Memorize estas expressões:
Say yes or no, a few words, something.
Tell a story, a lie, a secret, a joke, the truth.

9. Do and Make

Incorreto: I think I did a mistake.
Correto: I think I made a mistake.
Ambos os verbos do e make são traduzidos como ’fazer’, mas com significados diferentes entre si.
Do é usado para atividades cotidianas ou trabalhos cujo resultado será algo não material, impossível de tocar:
— Do homework, do the dishes, do the laundry, do a job, do the shopping.
"Do" é usado para generalizar, não para especificar. Muitas vezes, o verbo vem acompanhado pelas palavras something, nothing, anything, everything:
— He has done nothing all day.
— She would do anything for her Mom.
— Is there something I can do for you?
Make deve ser usado para falar da criação de algo material e tangível:
 Make food, make a cup of tea, make clothes, make a mess.
Mas há diversas exceções que você precisa memorizar:
— Make money, do someone a favor, do business, make a decision, do good, make a plan.



(Fonte: Incriel.club)

terça-feira, 26 de julho de 2016

10 dicas de receitas fáceis com ingredientes simples

Os ilustradores Galina e Stanislav Khabarov tiveram uma incrível ideia: eles decidiram desenhar receitas como se fossem cartões postais Chef-daw.
Cada cartão contém os ingredientes, a quantidade e um passo a passo.

Confira!

  







Para mais receitas, clique!

10 dicas de receitas fáceis com ingredientes simples

Os ilustradores Galina e Stanislav Khabarov tiveram uma incrível ideia: eles decidiram desenhar receitas como se fossem cartões postais Chef-daw.
Cada cartão contém os ingredientes, a quantidade e um passo a passo.

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11 problemas que fazem o cabelo cair

Algumas condições podem abrir clareiras na cabeça de homens e mulheres. Conheça as principais e entenda por que a calvície exige muitas vezes uma investigação

O rarear das madeixas não é em si uma doença. É, na verdade, um sintoma - tanto de males que atacam só o couro cabeludo quanto dos que também agridem outras partes do corpo. Segundo um artigo de estudiosos da Universidade de Manchester, na Inglaterra, essa visão mais moderna da saúde capilar ajuda a diagnosticar problemas que poderiam passar despercebidos, assim como aumenta a taxa de sucesso do tratamento contra a calvície (ou alopécia, como dizem os especialistas). "Lidar com toda queda de cabelo da mesma forma é uma conduta ultrapassada e ineficaz", sentencia a dermatologista Bel Takemoto, preceptora da residência em dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. "Primeiro temos que montar o quebra-cabeça com uma boa avaliação no consultório e eventuais exames para depois começarmos a agir", completa. 
Claro que a maioria das carecas surge em virtude do envelhecimento e de uma predisposição hereditária à alopécia androgenética - que atinge os dois sexos e é ocasionada pela conversão de altas doses de testosterona em di-hidrotestosterona, molécula que fragiliza os fios. Porém, isso não justifica menosprezar a perda de cabelo ou tratá-la como uma questão puramente estética, em especial se vier acompanhada de outras alterações. A seguir, elencamos 11 motivos para não tirar isso da cabeça.

1. Síndrome metabólica

Pesquisadores da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, examinaram o sangue, as medidas corporais e o cocuruto de 1 884 pessoas. O primeiro resultado: 52,6% delas manifestavam a alopécia androgenética. Acontece que, nessa turma, havia também uma maior prevalência de diabete, hipertensão, obesidade e triglicérides altos - encrencas que, em conjunto, constituem a síndrome metabólica. "Essas doenças lesam inclusive os vasos que irrigam o couro cabeludo", justifica o tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo. "Aí o sangue não chega à região como deveria, deixando-a sem a nutrição adequada", explica. Há ainda outra hipótese bem aceita de que esses distúrbios (e principalmente o diabete) provoquem uma inflamação crônica que compromete a integridade da cabeleira. Mas a médica Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pondera que, para flagrar pressão alta e companhia precocemente, melhor mesmo é visitar o médico com regularidade e realizar exames quando necessário.

2. Cigarro

Está aí outra encrenca que o tabagismo traz na bagagem - e olha que a lista é longa. Pois aquela mesma pesquisa coreana mostra que homens fumantes também correm um risco maior de sofrer com o desmatamento capilar. Acredita-se que as substâncias tóxicas do cigarro enfraquecem as mechas. Como na síndrome metabólica, anos e anos tragando e soltando fumaça levam a uma degeneração dos vasinhos que abastecem as extremidades do corpo - caso do couro cabeludo.

3. Anemia

A deficiência de ferro é a desordem nutricional mais comum do mundo. E a carência desse mineral leva a uma queda na concentração de hemoglobina, proteína presente em células do sangue que é fundamental para o transporte de oxigênio. A isso se dá o nome de anemia, que aflige 30% da população ao redor do globo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além de cansaço e palidez, o déficit de oxigênio tira a resistência dos fios. "Às vezes pegamos a doença no início devido a alterações no couro cabeludo", relata Bel.

4. Problemas intestinais

Sim, o ferro parece ajudar a manter o penteado incólume. Mas ele não é o único nutriente que precisa entrar no cardápio. Zinco, cobre e proteínas, entre outros, asseguram a beleza e a firmeza dos fios. A questão é que de pouco adianta adotar uma alimentação balanceada se o aparelho digestivo não consegue absorver as substâncias benéficas vindas da comida. "É o que ocorre nas doenças inflamatórias intestinais, em especial na de Crohn", alerta Arceu Scanavini Neto, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista. Aliás, o próprio processo inflamatório no intestino se espalha para outras regiões, podendo repercutir na cabeça. Mais: em certas situações, até os remédios contra esses transtornos resultam em alopécia.

As dietas radicais

Entrar num regime muito restritivo culmina em déficits nutricionais que são capazes de afetar a cabeleira. Aí o projeto de arrasar no verão vai pro ralo.

5. Doença renal crônica

Quando os rins deixam de filtrar o sangue direito, os mais variados sintomas dão as caras: dor de cabeça, náusea, cãibra, inchaço... e calvície. Um estudo turco revelou que, de 365 vítimas da doença renal crônica, 41,4% exibiam falhas no revestimento do cocuruto. Por quê? Não se sabe ao certo, porém as limitações alimentares decorrentes do quadro seriam um motivo. Nesse contexto, vale destacar que a calvície dificilmente será o indício inicial da insuficiência dos rins.
6. Sífilis

Em seis anos, o número de casos dessa infecção sexualmente transmissível cresceu 603% no estado de São Paulo. E, se a bactéria Treponema pallidum gera feridas nos órgãos sexuais logo após invadir seu organismo, passadas algumas semanas ela pode suscitar manchas na pele e queda de cabelo. "A alopécia não é uma consequência frequente da sífilis", acalma Almeida. Entretanto, a recente disseminação da moléstia fará mais gente se queixar do sintoma. Quem diria que camisinha preserva até as madeixas.

7. Micose

Os fungos não gostam apenas das unhas. Se atingem o topo da cabeça, eles podem gerar uma descamação que tira a estabilidade dos fios. Isso sem contar que deixam toda a área mais oleosa, favorecendo a calvície. Embora esses agentes infecciosos possam nos atormentar a qualquer momento, isso é bem mais comum quando o sistema imune do sujeito está fraco, seja por uma questão passageira, seja por uma doença como a aids.

8. Ovário policístico

Lembra que altas taxas de testosterona favorecem a alopécia androgenética? Pois o hormônio masculino é produzido em larga escala nas mulheres que sofrem com a formação de cistos nos ovários. "O excesso da substância ainda desencadeia acne, crescimento de pelos no corpo e ciclo menstrual irregular", ensina a endocrinologista Dolores Pardini. "E esses sintomas tendem a ser notados antes da queda de cabelo", diz. Estima-se que 20% da população feminina em fase reprodutiva padeça desse distúrbio.

9. Disfunções da tireoide

Você já deve ter ouvido que essa glândula alojada no pescoço dita o ritmo do organismo inteiro. E os processos de crescimento e renovação capilar não ficam de fora. Se a pequena estrutura em formato de borboleta passa a fabricar doses elevadas dos hormônios T3 e T4 - quadro chamado de hipertireoidismo -, acaba acelerando a reposição celular do couro cabeludo, o que deixa a careca exposta. Já no hipotireoidismo, a falta de T3 e T4 lentifica o metabolismo. "Aí, há uma maior dificuldade de os fios se desenvolverem", esclarece Bel. Aliás, a dermatologista conta que os problemas de tireoide estão entre os que mais fazem pacientes chegar ao seu consultório reclamando do cabelo.

Nem tão alterado assim

Há pessoas com uma versão branda (ou subclínica) de hiper ou hipotireoidismo. Não dá pra saber se esses quadros afetariam o cocuruto - mas vale considerá-los ao investigar uma eventual queda capilar.

10. Estresse crônico

"Em torno de 10% das mulheres têm algum grau de calvície. E acho que o número está subindo, principalmente entre as que trabalham em setores muito estressantes", especula Carlos Oscar Uebel, expert em transplantes capilares e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital São Lucas, em Porto Alegre. Claro que um momento isolado de nervosismo não vai deixar você careca. Contudo, se a ansiedade nunca vai embora, cria-se uma bagunça hormonal que prejudica, sim, a integridade dos fios.

11. Doenças autoimunes

O fator comum entre as chateações que se enquadram aqui é a agressão das células de defesa contra o próprio organismo. Ocorre que essa investida alastra processos inflamatórios com potencial de machucar o couro cabeludo. Tanto que, entre as consequências do lúpus eritematoso sistêmico - mal que atinge articulações, rins, coração e outros órgãos -, está a alopécia. Também não dá pra deixar de falar na psoríase. Fora o componente inflamatório, ela instiga a formação de placas na pele que se estendem às entradas da testa. E isso compromete o crescimento de cabelo - inclusive porque rende coceira. Tratar a calvície sem controlar essas condições não vai dar muito certo.

A alopecia areata

Essa doença autoimune se volta especificamente contra os folículos capilares, que sediam a raiz dos fios. Com isso, abrem-se clareiras na cabeça - em casos mais raros, todo o cabelo entra em extinção.


11 problemas que fazem o cabelo cair

Algumas condições podem abrir clareiras na cabeça de homens e mulheres. Conheça as principais e entenda por que a calvície exige muitas vezes uma investigação

O rarear das madeixas não é em si uma doença. É, na verdade, um sintoma - tanto de males que atacam só o couro cabeludo quanto dos que também agridem outras partes do corpo. Segundo um artigo de estudiosos da Universidade de Manchester, na Inglaterra, essa visão mais moderna da saúde capilar ajuda a diagnosticar problemas que poderiam passar despercebidos, assim como aumenta a taxa de sucesso do tratamento contra a calvície (ou alopécia, como dizem os especialistas). "Lidar com toda queda de cabelo da mesma forma é uma conduta ultrapassada e ineficaz", sentencia a dermatologista Bel Takemoto, preceptora da residência em dermatologia da Faculdade de Medicina do ABC, na Grande São Paulo. "Primeiro temos que montar o quebra-cabeça com uma boa avaliação no consultório e eventuais exames para depois começarmos a agir", completa. 
Claro que a maioria das carecas surge em virtude do envelhecimento e de uma predisposição hereditária à alopécia androgenética - que atinge os dois sexos e é ocasionada pela conversão de altas doses de testosterona em di-hidrotestosterona, molécula que fragiliza os fios. Porém, isso não justifica menosprezar a perda de cabelo ou tratá-la como uma questão puramente estética, em especial se vier acompanhada de outras alterações. A seguir, elencamos 11 motivos para não tirar isso da cabeça.

1. Síndrome metabólica

Pesquisadores da Universidade Yonsei, na Coreia do Sul, examinaram o sangue, as medidas corporais e o cocuruto de 1 884 pessoas. O primeiro resultado: 52,6% delas manifestavam a alopécia androgenética. Acontece que, nessa turma, havia também uma maior prevalência de diabete, hipertensão, obesidade e triglicérides altos - encrencas que, em conjunto, constituem a síndrome metabólica. "Essas doenças lesam inclusive os vasos que irrigam o couro cabeludo", justifica o tricologista Adriano Almeida, diretor da Sociedade Brasileira do Cabelo. "Aí o sangue não chega à região como deveria, deixando-a sem a nutrição adequada", explica. Há ainda outra hipótese bem aceita de que esses distúrbios (e principalmente o diabete) provoquem uma inflamação crônica que compromete a integridade da cabeleira. Mas a médica Dolores Pardini, presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, pondera que, para flagrar pressão alta e companhia precocemente, melhor mesmo é visitar o médico com regularidade e realizar exames quando necessário.

2. Cigarro

Está aí outra encrenca que o tabagismo traz na bagagem - e olha que a lista é longa. Pois aquela mesma pesquisa coreana mostra que homens fumantes também correm um risco maior de sofrer com o desmatamento capilar. Acredita-se que as substâncias tóxicas do cigarro enfraquecem as mechas. Como na síndrome metabólica, anos e anos tragando e soltando fumaça levam a uma degeneração dos vasinhos que abastecem as extremidades do corpo - caso do couro cabeludo.

3. Anemia

A deficiência de ferro é a desordem nutricional mais comum do mundo. E a carência desse mineral leva a uma queda na concentração de hemoglobina, proteína presente em células do sangue que é fundamental para o transporte de oxigênio. A isso se dá o nome de anemia, que aflige 30% da população ao redor do globo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além de cansaço e palidez, o déficit de oxigênio tira a resistência dos fios. "Às vezes pegamos a doença no início devido a alterações no couro cabeludo", relata Bel.

4. Problemas intestinais

Sim, o ferro parece ajudar a manter o penteado incólume. Mas ele não é o único nutriente que precisa entrar no cardápio. Zinco, cobre e proteínas, entre outros, asseguram a beleza e a firmeza dos fios. A questão é que de pouco adianta adotar uma alimentação balanceada se o aparelho digestivo não consegue absorver as substâncias benéficas vindas da comida. "É o que ocorre nas doenças inflamatórias intestinais, em especial na de Crohn", alerta Arceu Scanavini Neto, cirurgião do aparelho digestivo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, na capital paulista. Aliás, o próprio processo inflamatório no intestino se espalha para outras regiões, podendo repercutir na cabeça. Mais: em certas situações, até os remédios contra esses transtornos resultam em alopécia.

As dietas radicais

Entrar num regime muito restritivo culmina em déficits nutricionais que são capazes de afetar a cabeleira. Aí o projeto de arrasar no verão vai pro ralo.

5. Doença renal crônica

Quando os rins deixam de filtrar o sangue direito, os mais variados sintomas dão as caras: dor de cabeça, náusea, cãibra, inchaço... e calvície. Um estudo turco revelou que, de 365 vítimas da doença renal crônica, 41,4% exibiam falhas no revestimento do cocuruto. Por quê? Não se sabe ao certo, porém as limitações alimentares decorrentes do quadro seriam um motivo. Nesse contexto, vale destacar que a calvície dificilmente será o indício inicial da insuficiência dos rins.
6. Sífilis

Em seis anos, o número de casos dessa infecção sexualmente transmissível cresceu 603% no estado de São Paulo. E, se a bactéria Treponema pallidum gera feridas nos órgãos sexuais logo após invadir seu organismo, passadas algumas semanas ela pode suscitar manchas na pele e queda de cabelo. "A alopécia não é uma consequência frequente da sífilis", acalma Almeida. Entretanto, a recente disseminação da moléstia fará mais gente se queixar do sintoma. Quem diria que camisinha preserva até as madeixas.

7. Micose

Os fungos não gostam apenas das unhas. Se atingem o topo da cabeça, eles podem gerar uma descamação que tira a estabilidade dos fios. Isso sem contar que deixam toda a área mais oleosa, favorecendo a calvície. Embora esses agentes infecciosos possam nos atormentar a qualquer momento, isso é bem mais comum quando o sistema imune do sujeito está fraco, seja por uma questão passageira, seja por uma doença como a aids.

8. Ovário policístico

Lembra que altas taxas de testosterona favorecem a alopécia androgenética? Pois o hormônio masculino é produzido em larga escala nas mulheres que sofrem com a formação de cistos nos ovários. "O excesso da substância ainda desencadeia acne, crescimento de pelos no corpo e ciclo menstrual irregular", ensina a endocrinologista Dolores Pardini. "E esses sintomas tendem a ser notados antes da queda de cabelo", diz. Estima-se que 20% da população feminina em fase reprodutiva padeça desse distúrbio.

9. Disfunções da tireoide

Você já deve ter ouvido que essa glândula alojada no pescoço dita o ritmo do organismo inteiro. E os processos de crescimento e renovação capilar não ficam de fora. Se a pequena estrutura em formato de borboleta passa a fabricar doses elevadas dos hormônios T3 e T4 - quadro chamado de hipertireoidismo -, acaba acelerando a reposição celular do couro cabeludo, o que deixa a careca exposta. Já no hipotireoidismo, a falta de T3 e T4 lentifica o metabolismo. "Aí, há uma maior dificuldade de os fios se desenvolverem", esclarece Bel. Aliás, a dermatologista conta que os problemas de tireoide estão entre os que mais fazem pacientes chegar ao seu consultório reclamando do cabelo.

Nem tão alterado assim

Há pessoas com uma versão branda (ou subclínica) de hiper ou hipotireoidismo. Não dá pra saber se esses quadros afetariam o cocuruto - mas vale considerá-los ao investigar uma eventual queda capilar.

10. Estresse crônico

"Em torno de 10% das mulheres têm algum grau de calvície. E acho que o número está subindo, principalmente entre as que trabalham em setores muito estressantes", especula Carlos Oscar Uebel, expert em transplantes capilares e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do Hospital São Lucas, em Porto Alegre. Claro que um momento isolado de nervosismo não vai deixar você careca. Contudo, se a ansiedade nunca vai embora, cria-se uma bagunça hormonal que prejudica, sim, a integridade dos fios.

11. Doenças autoimunes

O fator comum entre as chateações que se enquadram aqui é a agressão das células de defesa contra o próprio organismo. Ocorre que essa investida alastra processos inflamatórios com potencial de machucar o couro cabeludo. Tanto que, entre as consequências do lúpus eritematoso sistêmico - mal que atinge articulações, rins, coração e outros órgãos -, está a alopécia. Também não dá pra deixar de falar na psoríase. Fora o componente inflamatório, ela instiga a formação de placas na pele que se estendem às entradas da testa. E isso compromete o crescimento de cabelo - inclusive porque rende coceira. Tratar a calvície sem controlar essas condições não vai dar muito certo.

A alopecia areata

Essa doença autoimune se volta especificamente contra os folículos capilares, que sediam a raiz dos fios. Com isso, abrem-se clareiras na cabeça - em casos mais raros, todo o cabelo entra em extinção.


quinta-feira, 21 de julho de 2016

Como limpar secador de cabelo para não danificar os fios: aprenda jeito certo


Muita gente usa o secador de cabelos com frequência, mas se esquece de um detalhe importante: a limpeza do aparelho. "Deixar o secador sujo aumenta o aquecimento e diminui a velocidade do vento, demorando mais para secar", explica o cabeleireiro Gil Prando, embaixador da iCabelos.

Quando limpar o secador?

Segundo ele, o ideal é que a limpeza do secador seja feita a cada 90 dias, mas isso pode variar de acordo com a frequência de uso e também com a época do ano. Como o uso costuma ser maior no inverno, a limpeza também deve ser. "Com o secador limpo e revisado, a secagem fica mais rápida, diminuindo o tempo da fonte de calor no couro cabeludo e nos fios do cabelo", diz.


Cabelo dentro do secador é um problema?

Em alguns secadores é possível ver alguns fios presos dentro do aparelho. Quando isso acontece, é comum sentir um cheiro de queimado ao usá-lo, pois os fios estão sendo queimados e podem até mesmo passar esse cheiro para os cabelos. "Pode ser cabelo que entrou no interior do secador e está em contato com a resistência responsável pelo aquecimento do aparelho, o cabelo é um grande receptor e difusor de aromas, cheiros, odores, por sua camada cuticular que reveste o córtex. E dá para perceber, pois o cheiro de cabelo queimado é bem característico, diferente do cheiro da resistência e de fios elétricos queimando", afirma.


Uma dica rápida para quando sentir este cheiro de queimado no secador é desligar o secador da tomada, verificar a telinha que fica atrás e fazer uma limpeza. Mas o ideal é procurar um técnico, pois pode ser o alerta para uma possível revisão. "Além de retirar esses fios, alguns necessitam a troca do carvão, lubrificação da ventoinha e limpeza interna, além de verificar a integridade da tomada e do fio elétrico", explica.

Caso sinta cheiro de queimado, é importante levar o aparelho a um técnico

Dicas para secar cabelo

Observar as escovas usadas também é uma forma de verificar se o secador está sendo usado da forma correta. "Se as escovas estiverem com as cerdas tortas e com falhas, é porque a distância e o calor estão danificando também o seu cabelo. A distância correta é de 10 cm e temperatura média para uma secagem saudável, sem forçar o motor do secador", finaliza.



(Fonte: Catraca Livre)

Como limpar secador de cabelo para não danificar os fios: aprenda jeito certo


Muita gente usa o secador de cabelos com frequência, mas se esquece de um detalhe importante: a limpeza do aparelho. "Deixar o secador sujo aumenta o aquecimento e diminui a velocidade do vento, demorando mais para secar", explica o cabeleireiro Gil Prando, embaixador da iCabelos.

Quando limpar o secador?

Segundo ele, o ideal é que a limpeza do secador seja feita a cada 90 dias, mas isso pode variar de acordo com a frequência de uso e também com a época do ano. Como o uso costuma ser maior no inverno, a limpeza também deve ser. "Com o secador limpo e revisado, a secagem fica mais rápida, diminuindo o tempo da fonte de calor no couro cabeludo e nos fios do cabelo", diz.


Cabelo dentro do secador é um problema?

Em alguns secadores é possível ver alguns fios presos dentro do aparelho. Quando isso acontece, é comum sentir um cheiro de queimado ao usá-lo, pois os fios estão sendo queimados e podem até mesmo passar esse cheiro para os cabelos. "Pode ser cabelo que entrou no interior do secador e está em contato com a resistência responsável pelo aquecimento do aparelho, o cabelo é um grande receptor e difusor de aromas, cheiros, odores, por sua camada cuticular que reveste o córtex. E dá para perceber, pois o cheiro de cabelo queimado é bem característico, diferente do cheiro da resistência e de fios elétricos queimando", afirma.


Uma dica rápida para quando sentir este cheiro de queimado no secador é desligar o secador da tomada, verificar a telinha que fica atrás e fazer uma limpeza. Mas o ideal é procurar um técnico, pois pode ser o alerta para uma possível revisão. "Além de retirar esses fios, alguns necessitam a troca do carvão, lubrificação da ventoinha e limpeza interna, além de verificar a integridade da tomada e do fio elétrico", explica.

Caso sinta cheiro de queimado, é importante levar o aparelho a um técnico

Dicas para secar cabelo

Observar as escovas usadas também é uma forma de verificar se o secador está sendo usado da forma correta. "Se as escovas estiverem com as cerdas tortas e com falhas, é porque a distância e o calor estão danificando também o seu cabelo. A distância correta é de 10 cm e temperatura média para uma secagem saudável, sem forçar o motor do secador", finaliza.



(Fonte: Catraca Livre)

segunda-feira, 18 de julho de 2016

10 passos para se adaptar a qualquer trabalho

É possível abandonar o medo da mudança e adotar uma postura mais adequada às transformações. Confira o passo a passo  


1. ACEITE A MUDANÇA 

Vivemos constantes transformações no mercado de trabalho, que incluem crises cíclicas. “É preciso tomar as transições como verdades e esperar por elas”, diz Fabricio Velasco, da Hays, empresa de recrutamento de executivos, de São Paulo. Lembre que todos, assim como você, precisam se adaptar. É uma questão de sobrevivência.

2. SEJA O PROTAGONISTA

Descubra se você tende a buscar estabilidade e conformidade, pois essa tendência é típica dos profissionais céticos, que agem como vítimas das mudanças. Tente ver as transformações como oportunidades de crescimento. Entenda que as novas demandas podem ajudá-lo a tomar decisões que vão beneficiar sua evolução.  

3. ATUE COM EQUILÍBRIO

Mudar não implica criar algo inédito ou abandonar qualidades, mas ser ágil para se ajustar. “É preciso criar raízes que sustentem a tomada de decisões em novos ambientes e, ao mesmo tempo, criar asas que permitam ousar”, diz Betania Tanure, especialista em gestão de carreira.

4. BUSQUE APRENDIZADO

Procure aprender algo novo todos os dias ou, pelo menos, constantemente. Há vantagens em adotar outros padrões e tecnologias criados para facilitar o trabalho. O que você precisa fazer é separar um tempo para investigá-los.

5. CONHEÇA GENTE

Vale fazer um esforço para conhecer pessoas novas, que possam contribuir com opiniões relevantes sobre o modo de encarar o trabalho. Participe de diferentes grupos e seja ativo nos debates. “Convém estudar os objetivos das discussões e preparar ideias e propostas convincentes”, diz Luiz Edmundo Rosa, da ABRH, de São Paulo.

6. DESAPEGUE DO PASSADO

Sempre que possível, jogue fora, doe ou venda tudo aquilo que algum dia foi bom, mas que hoje pode ser substituído por algo melhor. O mesmo vale para as metas: se as demandas mudaram, é preciso largar os planos que não fazem mais sentido e reformulá-los. Se a insatisfação com o trabalho atual estiver muito alta, leve esse raciocínio para o limite e pense em como poderia romper com o que está ruim — e em como deveria se transformar para encontrar satisfação.

7. ATUALIZE-SE

Em um contexto de mudanças, é necessário estar por dentro dos acontecimentos: frequente eventos em sua área, faça cursos, converse com as pessoas a seu redor, líderes inclusive. Outro conselho é ler muito, até sobre temas fora de seu escopo — isso ajuda a ter ideias e a entender como pessoas diferentes lidam com mudanças. 

8. PEÇA CONSELHOS

Faça uma análise de suas qualidades e pontos de melhoria. Pessoas de confiança podem ajudá-lo a se enxergar melhor. Os profissionais ficam presos às próprias verdades, quando deveriam pedir conselhos a outros executivos. 

9. SEJA OTIMISTA

Não encare as novidades como modismos carregados de conotações negativas. “Só é possível inovar se a mente está aberta”, diz Patrícia Cotton, especialista em gestão de mudanças, do Rio de Janeiro. Em vez de simplesmente criticar, pense sobre soluções melhores. 

10. APROVEITE O MOMENTO

Crises são oportunidades para aprender, mostrar serviço e aparecer. Relaxe e tente se divertir. “Cabe montar um plano de ação para tirar projetos profissionais ou pessoais do papel”, diz Nathalie Trutmann, consultora-chefe na Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). 



(Fonte: Exame)

10 passos para se adaptar a qualquer trabalho

É possível abandonar o medo da mudança e adotar uma postura mais adequada às transformações. Confira o passo a passo  


1. ACEITE A MUDANÇA 

Vivemos constantes transformações no mercado de trabalho, que incluem crises cíclicas. “É preciso tomar as transições como verdades e esperar por elas”, diz Fabricio Velasco, da Hays, empresa de recrutamento de executivos, de São Paulo. Lembre que todos, assim como você, precisam se adaptar. É uma questão de sobrevivência.

2. SEJA O PROTAGONISTA

Descubra se você tende a buscar estabilidade e conformidade, pois essa tendência é típica dos profissionais céticos, que agem como vítimas das mudanças. Tente ver as transformações como oportunidades de crescimento. Entenda que as novas demandas podem ajudá-lo a tomar decisões que vão beneficiar sua evolução.  

3. ATUE COM EQUILÍBRIO

Mudar não implica criar algo inédito ou abandonar qualidades, mas ser ágil para se ajustar. “É preciso criar raízes que sustentem a tomada de decisões em novos ambientes e, ao mesmo tempo, criar asas que permitam ousar”, diz Betania Tanure, especialista em gestão de carreira.

4. BUSQUE APRENDIZADO

Procure aprender algo novo todos os dias ou, pelo menos, constantemente. Há vantagens em adotar outros padrões e tecnologias criados para facilitar o trabalho. O que você precisa fazer é separar um tempo para investigá-los.

5. CONHEÇA GENTE

Vale fazer um esforço para conhecer pessoas novas, que possam contribuir com opiniões relevantes sobre o modo de encarar o trabalho. Participe de diferentes grupos e seja ativo nos debates. “Convém estudar os objetivos das discussões e preparar ideias e propostas convincentes”, diz Luiz Edmundo Rosa, da ABRH, de São Paulo.

6. DESAPEGUE DO PASSADO

Sempre que possível, jogue fora, doe ou venda tudo aquilo que algum dia foi bom, mas que hoje pode ser substituído por algo melhor. O mesmo vale para as metas: se as demandas mudaram, é preciso largar os planos que não fazem mais sentido e reformulá-los. Se a insatisfação com o trabalho atual estiver muito alta, leve esse raciocínio para o limite e pense em como poderia romper com o que está ruim — e em como deveria se transformar para encontrar satisfação.

7. ATUALIZE-SE

Em um contexto de mudanças, é necessário estar por dentro dos acontecimentos: frequente eventos em sua área, faça cursos, converse com as pessoas a seu redor, líderes inclusive. Outro conselho é ler muito, até sobre temas fora de seu escopo — isso ajuda a ter ideias e a entender como pessoas diferentes lidam com mudanças. 

8. PEÇA CONSELHOS

Faça uma análise de suas qualidades e pontos de melhoria. Pessoas de confiança podem ajudá-lo a se enxergar melhor. Os profissionais ficam presos às próprias verdades, quando deveriam pedir conselhos a outros executivos. 

9. SEJA OTIMISTA

Não encare as novidades como modismos carregados de conotações negativas. “Só é possível inovar se a mente está aberta”, diz Patrícia Cotton, especialista em gestão de mudanças, do Rio de Janeiro. Em vez de simplesmente criticar, pense sobre soluções melhores. 

10. APROVEITE O MOMENTO

Crises são oportunidades para aprender, mostrar serviço e aparecer. Relaxe e tente se divertir. “Cabe montar um plano de ação para tirar projetos profissionais ou pessoais do papel”, diz Nathalie Trutmann, consultora-chefe na Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap). 



(Fonte: Exame)